Um novo carro pra indicar nova fase São novos tempos, e as antigas maldades Uns são exemplos e outros deixam saudade Uns vão com o vento pra bem longe não volte mais
Um novo eu na mesma rua Um novo flow, mesma conduta Mesma revolta, o foco em dobro A vitória é um degrau e não o topo
A vitória é um degrau e não o topo Foda-se a medalha, é um outro jogo São novos dinheiros pra novos acordos São os mesmos demônios e o mesmo corpo
Eu agradeço a um amor de antes Por mostrar o que eu não quero daqui em diante Feliz ou triste é o mesmo semblante Eu não permito que seu rosto me engane
Eu vou embora, eu não sinto muito Aqui não tem mais o que preciso Eu não vejo pureza, só maldade no olhar Vampiros que não aguentam ver o sol brilhar
Eu só quero voltar pra casa, mas isso parece desistir Eu avanço mais umas casas
Nem tudo é ambição, e sim fugir da zona de conforto é a mesma que um corpo morto
Não precisa temer, é a evolução do antigo eu Amor só de mãe, medo só de Deus Pra gente champanhe, pro inimigo breu
Por que você é assim? Medo de mim? De mim? Medo de mim? De mim?
Tenho que proteger o castelo Não posso deixar que inimigos cheguem perto Mas se o inimigo vem de dentro? Igual doença é hora do remédio
Eu não trato mandado igual amigo Eu não trato maluca igual esposa Só depois da fratura exposta Que tu viu que errou a escolha
Metade da mente é empresário E a outra metade ainda é rua Lembre que a maldade continua Vem sem avisar o horário Vem cobrando o honorário
Expulsando o que há de ruim, sessão de descarrego É o meu coração em desapego Intuição matando o desespero E eu buscando alívio nesse gelo
Eu tenho que avançar, única lei que eu sigo nessa vida Calebe, estamos indo pra terra prometida
Por que você é assim? Medo de mim? De mim? Medo de mim? De mim?
Por que você é assim? Medo de mim? De mim? Medo de mim? De mim?
Compositores: Abebe Bikila Costa Santos, Matheus Fernando Nascimento, Milton Nascimento