É revelado tudo no primeiro dia: caleidoscópio urbano em cinza e marrom. Prometem tudo sob os seus dessa baía. Controlam as cores agora mortas e os sons.
A corja fere fundo o pobre e o velho cego: sem dó a carne é aberta aos poucos ou de vez. A mão que pede não bate, aperta o prego pro imperador que é mesmo o pior dos três.
Eu vejo a trindade sob céus dessa baía Eu sinto a trindade todo profano dia.
Os pulsos ardem por ação dessas correntes. Ferrugem e sangue empestiando o sal e o ar. Sem distinção entre culpados e inocentes, o rito vive rijo e anula o pensar.
Legado é sintoma de imensa letargia: entorpecidos por uma dor aguda e inchada. Engoliu choro enquanto nobre algoz ria? Então aguenta porque essa tortura é nada...
Eu vejo a trindade sob céus dessa baía Eu sinto a trindade todo profano dia.
Calem sua boca...
Tortura...
Em nome de um imperador, um torturador e um sofredor... Em nome de um opressor e de imensa dor... Segue o chão cinza e marrom... Seguem idéias e os sons...
Compositores: Sergio Augusto Pedrosa Franco Filho (ABRAMUS), Vicente Vasconcelos Fonseca (Vicente Fonseca) (UBC)Editor: Paginas do Mar Edicoes Musicais (ABRAMUS)Administração: Universal Music Publishing Mgb Brasil Ltda (UBC)Publicado em 2005 (04/Abr) e lançado em 2005 (01/Mai)ECAD verificado obra #1461297 e fonograma #2286690 em 27/Mai/2024 com dados da UBEM