Lá vai a chalana, bem longe se vai, Riscando o remanso do Rio Paraguai. Ah! Chalana, sem querer, Tu aumentas minha dor. Nestas águas tão serenas, Vai levando meu amor.
E, assim, ela se foi, Nem de mim se despediu. A chalana vai sumindo, Lá na curva do rio. E, se ela vai magoada, Eu bem sei que tem razão, Fui ingrato e feri O seu pobre coração.
Compositores: Arlindo Pinto dos Santos (Arlindo Pinto) (UBC), Mario Joao Zandomenechi (Mario Zan) (UBC)Editor: Bandeirante (UBC)Publicado em 2013 (02/Jun) e lançado em 2007 (02/Fev)ECAD verificado obra #507 e fonograma #3277420 em 04/Abr/2024