Forte a morte envolvendo as vidas Sorrateira sempre a nossa espera Silenciosa, misteriosa Somos frágeis aos olhos dela (olhos dela)
Forte a sensação e o querer Que ela não venha pelas próprias mãos Trazendo a dor feito ferro em brasa Quando a arma cala a voz do próprio irmão (próprio irmão)
Entre o ódio e o amor Me vem a velha indagação (me diga então) Qual deles é verdadeiro Qual será nossa opção (assuste não)
Esse jogo é perigoso Leva medo ao cidadão Quem não vê a diferença Rouba e mata sem perdão
E ô e ô é irmão matando irmão E ô e ô falta amor no coração
Lá no sertão come sopa de palma Cá na cidade cata papelão Sobrevivendo numa baita miséria Virando lixo ali no aterrão
Esse jogo é perigoso Leva medo ao cidadão Quem não vê a diferença Rouba e mata sem perdão
E ô e ô é irmão matando irmão E ô e ô falta amor no coração