Um bangalô com trepadeiras na janela Desses que tem tem uma janela só prá dois Eu construí apaixonado para ela Que era o meu sonho de carmim e pó de arrroz (bis)
Mas, depois a tal boneca Tão gentil e tão sapeca Não sei porque me deixou E hoje vive assim fechado Com meu sonho sepultado O elegante bangalô (bis)
E a água sonora do repuxo interrogando Agora sobe a soluçar na solidão E a trepadeira simbolista se enroscando Lembra a tristeza que me oprime o coração (bis)
Andei louco na cidade Lamentando a brevidade Do romance de nós dois Eu já sei que a minha bela Hoje tem somente dela Em vez de um, três bangalôs. (bis)