Apanhei Um Resfriado [REFRÃO:] Pelo costume de beber gelado Apanhei um resfriado que foi um horror Porém, com medo de fazer despesa Isto é a franqueza, não fui ao doutor Pra me curar De tudo quanto foram me ensinado Eu fui tomando e cada vez pior E quem quiser, que siga o tratamento Pois, se não morrer da cura, ficará melhor Tomei de tudo: escalda-pé, chá de limão Até xarope de alcatrão E nada me faltou Tive dieta só de caldo de galinha O galinheiro da vizinha Se evaporou E tive febre, tive tosse e dor no peito E até fiquei daquele jeito Sem poder falar Mandei chamar então um especialista Que pediu dinheiro a vista Pra poder me visitar [REFRÃO] No bangalô, porém, choveu a noite inteira E eu debaixo da goteira Sem ninguém saber A ventania arrancou zinco do telhado E me deixou todo molhado Quase pra morrer E a Guilhermina quis me dar um lenitivo Então me fez um curativo Eu fiquei jururu E foi chamado finalmente um sacerdote Pra me encomendar um lote De dez palmos no Caju [REFRÃO]
Compositores: Jose de Sa Roris (Sa Roris) (UBC ), Leonel de Azevedo (Leonel Azevedo) (UBC )Editor: Mangione & Filhos (ABRAMUS )Publicado em 2001 (26/Abr) ECAD verificado obra #14522 e fonograma #2781 em 29/Out/2024
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