Linhas delicadas, vêm assim do nada Aparecem sem eu saber São contadas como um conto de fadas Que fazem qualquer adulto tremer Com aquelas linhas ela só pode ser um poema Tem curvas, contra-curvas que Vão ser sempre um problema Com aquelas linhas ela só pode ser um poema Ela vai vingar, com a sua silhueta Yeah, com a sua silhueta Yeah, com a sua silhueta
Ela, ela leva sempre a melhor Consegue sempre o que quer e quase nunca tenta Ela, ela tem uma força maior e sabe bem o que é E o que não existe, ela inventa E com aquelas linhas, ela só pode ser um poema Tem curvas, contra-curvas que Vão ser sempre um problema E com aquelas linhas, ela só pode ser um poema E ela vai vingar com a sua silhueta Yeah, com a sua silhueta Yeah, com a sua, com a sua silhueta Yeah, com a sua silhueta E quando se mexe, é quando alcança Tudo o que ela quer yeh
E com aquelas linhas, ela só pode ser um poema Tem curvas, contra-curvas que Vão ser sempre um problema E com aquelas linhas, ela só pode ser um poema E ela vai vingar com a sua silhueta Yeah, com a sua silhueta Yeah, com a sua silhueta
Compositor: Bernardo Correia Ribeiro de Carvalho Costa (Bernardo Costa) (SPA)Editor: Peermusic de Portugal Unipessoal Lda (SPA)ECAD verificado obra #14061577 em 21/Mai/2024 com dados da UBEM